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A Educação Permanente em Saúde (EPS), conforme definição amplamente difundida deve considerar as equipes multiprofissionais que atuam no SUS, no sentido de construir a interdisciplinaridade. Com foco nos problemas cotidianos das práticas das equipes, a EPS deve se inserir no processo de trabalho, ao gerar compromisso entre trabalhadores, gestores, instituições de ensino e usuários, em prol da construção do desenvolvimento individual e institucional.

Segundo Ricardo Ceccim, sanitarista especializado na área, os atores do processo de EPS são: ensino, gestão, atenção à saúde e controle social, o chamado “quadrilátero de formação”, que tem como objetivo a qualificação e a formação dos trabalhadores de saúde para as reais necessidades do serviço. 

A proposta da EPS, desenvolvida pelo Ministério da Saúde, define que a mudança das estratégias de organização e do exercício da atenção, da gestão, da participação ou da formação é construída na prática, com equipes de trabalhadores e parceiros. Nesse processo é importante considerar a necessidade de implantar um trabalho relevante e de qualidade, capaz de desenvolver a promoção de pensamento e ação.


  • Publicado por: Marcelo Mafort , em

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